31 de outubro de 2010
Pelo deserto
Não cesso minha busca pela permanência.
Ninguém cai, ninguém levanta.
Onde as estrelas são a prova da violência
é impossível dormir
quando debaixo de meus pés
reclamam lembranças mortas.
Os vivos estão mais mortos
e ninguém reclama pelos vivos.
Tropeço em pedaços de estrelas em decomposição.
Eles não tem rosto, mas clamam por identificação.
Onde debaixo dos pés as estrelas não dormem
Olhamos para o céu procurando por salvação
ou identidade que nos dê sentido.
gostei muito
ResponderExcluirmas vc tá mto triste
não são estrelas, ainda tem algum vivos Vivos
poucos. mas tem.
ResponderExcluirsim, o eu lírico desse poema é triste.
mas nao e porque ta escrito em primeira pessoa que sou eu.